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Tenha coragem!


Essa foi a frase que ouvi ontem na terapia. Na verdade, escutei isso já várias vezes.


Pode não parecer, mas sou uma pessoa muito medrosa. Se você acompanha aqui meu conteúdo, sabe que falo muito sobre isso.


Medo é uma coisa que nos paralisa. É uma sensação para nos proteger do desconhecido, mas ao mesmo tempo nos impede de fazer muita coisa.


Eu sou a pessoa que tem medo de montanha russa, medo de esquiar, medo de me machucar e por aí vai.


Tomar decisões importantes também me tiram o sono. MEDO. Simplesmente isso.


Mas como vocês também sabem, se me acompanham, é que eu já tive que tomar muitas decisões difíceis, que mudaram literalmente a minha vida.


Uma das mais importantes foi quando resolvi sair do mundo corporativo e começar meu próprio negócio no mundo materno como Baby planner.


Como eu tive coragem para fazer isso? Trocar o certo pelo incerto, começar algo novo do zero?


Eu tinha motivações, tinha uma prioridade na minha vida, que naquele momento era a minha filha. Eu queria passar mais tempo com ela e não conseguia, porque o mundo corporativo não permitia essa flexibilidade. Mas eu também não queria parar de trabalhar.


E eu tinha também um cenário que não mudaria independentemente do que eu fizesse.


Se eu ficasse no trabalho seria ruim, porque estaria sempre insatisfeita, não estaria realizada pessoalmente, não teria o que eu precisava (que no caso era tempo e liberdade financeira).


Se eu mudasse de carreira, também teria problemas. Teria insegurança, medo, possibilidade de dar errado…mas também havia a possibilidade de dar certo.

Era uma janela de oportunidade muito pequena, porque o resultado, o sucesso, dependia de mim. Mas eu acreditava muito no que eu queria fazer.


Resumindo, problemas eu enfrentaria nos dois caminhos, mas só fazer uma transição de carreira me traria uma chance de dar certo.


E eu precisei ter coragem para encarar esse desafio, para acreditar que era possível ter uma carreira diferente. Eu poderia transformar a minha paixão pelo mundo materno na minha fonte de renda, ou seja, trabalharia com algo que eu amava, teria a liberdade de tempo que eu precisava e ainda não precisaria depender de ninguém financeiramente no final do mês.


Acho que o momento da coragem vem com aquele suspiro que a gente dá, sabe? A gente pára, respira, dá um suspiro e vai. Não dá para pensar muito, porque se a gente para, a gente se desmotiva.


Tem que pensar como um lançamento de foguete: 3, 2, 1…Fogo! Tem um cara que eu acompanho que diz que foguete não dá ré. E ter coragem é basicamente isso…vai e não volta atrás.


Bjs e até semana que vem!


Carol.


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