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De quem é a responsabilidade?

Hoje quero dividir com vocês uma coisa até um pouco pessoal…eu sou uma pessoa que crio muitas expectativas em cima de outras.


Sou aquela que faz uma coisa pensando em como a outra deverá agir na sequência. Eu deposito nas pessoas a expectativa de apoio, de retorno, de opinião, de aprovação, de entrega, mas só me frustro com isso.



Frustração não é uma coisa legal de sentir. É aquele aperto no peito, misturado com uma tristeza, uma perda de rumo.


Vou dar um exemplo bem básico aqui para vocês sobre o que eu costumo fazer (e da errado). Imagina que eu sou aquela que conta uma coisa que me deixa feliz para outra pessoa, esperando que a outra pessoa fique feliz também. Mas assim…como eu posso controlar esses sentimentos dela?


Eu estou errada em fazer isso, mas por que eu faço?


Será que é uma insegurança? Fui discutir isso em terapia, coaching e olha só o que eu aprendi: tem coisas que são nossa responsabilidade de tem coisas que não são.


Quando eu conto para alguém algo que me faz feliz, a minha responsabilidade vai em me sentir bem. Não é minha responsabilidade o sentimento da outra pessoa.


Ficou claro? A responsabilidade é como se fosse uma linha, um limite que a gente traça: o que é meu, o que é de outra pessoa.


Quando eu uso desculpas que algo não dá certo, culpo o tempo, a falta de dinheiro, o marido que não apoia, o filho pequeno…o que eu estou fazendo?


Eu criei uma expectativa de algo dar certo, mas que preciso ter um cenário perfeito alinhado com uma disponibilidade de tempo, um montante de dinheiro, a opinião do marido e a maturidade do filho.


Olha que loucura isso quando olhamos por esse lado!


O que eu estou fazendo na verdade, quando faço isso? Estou jogando a responsabilidade de algo dar certo (algo que signifique um sucesso para mim) para outras pessoas, quando na verdade, essa responsabilidade tem que ser minha.


Quando entendi que responsabilidade tem esse limite, tem o que é meu e o que é de outras pessoas, comecei a lidar diferente com as coisas.


Primeiro eu analiso a situação (vou seguir no exemplo de querer que algo dê certo). Se é algo que eu quero muito, eu vejo como EU posso resolver aquilo. O que depende de MIM para eu ter esse sucesso?


Se eu preciso de tempo para isso acontecer, vou acordar mais cedo, dormir mais tarde, me dedicar mais (lembrem-se do que eu falo sempre: todo mundo tem 24h no dia, você precisa aprender a organizar o seu tempo!).


Se eu preciso de dinheiro, eu vou juntar o que iria gastar de roupa indo no shopping, iria abrir mão de sair para jantar por um mês, talvez vender algumas coisas que eu não uso mais, pedir emprestado para alguém.


Eu não preciso da aprovação de ninguém para fazer nada. Sou maior de idade, vacinada…se o marido não concorda, vou fazer para provar para ele que eu tinha razão. Se a família acha que eu estou louca, vou provar que eles estavam errados. EU tenho que acreditar que vai dar certo e EU tenho que correr atrás de tudo funcionar.


E o filho pequeno? Bom, ele não dá para guardar no armário, então vamos ter que lidar com isso. NUNCA culpe seus filhos por algo que VOCÊ é a responsável em fazer acontecer. Para mim, o segredo de equilibrar maternidade e outras coisas é simplesmente organizar o seu tempo. Isso pode ser mais simples do que você imagina!


Bom, espero que eu tenha ajudado você de alguma maneira!


Me responda contando se gostou desse texto de hoje!


Até semana que vem!


Bjs,


Carol.


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